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  • Pref. de Piripiri

Prefeitura de Piripiri participa de projeto que homenageia os quilombolas de Sussuarana

A Prefeitura Municipal de Piripiri participou da abertura do projeto Direitos Humanos de Quilombolas. O evento aconteceu na comunidade Sussuarana e reuniu secretários municipais, professores e a comunidade. Através de várias atividades desenvolvidas pela Secretaria de Educação do Piauí (Seduc), o trabalho visa dignificar a ancestralidade da comunidade que descende de quilombolas.


O projeto quer despertar a conscientização de ser quilombola da comunidade Sussuarana para conhecer os direitos políticos e humanos.


A prefeita de Piripiri, Jôve Oliveira Monteiro, destaca que o projeto Direitos Humanos de Quilombolas é muito importante no combate ao racismo. “Nós estamos aqui para dizer que todo dia é dia de lutarmos contra práticas racistas. Temos que ter consciência negra e assumir um protagonismo de antirracismo. E esse projeto é uma afirmação do povo quilombola”, ressalta a gestora.


Evento realizado na comunidade Sussuarana reuniu secretários municipais, professores e a comunidade.


“Hoje (26) serão atividades sobre saúde e direitos humanos para a juventude. O consulado americano de Recife dá um apoio estratégico pra gente, esse nosso projeto foi aprovado em Washington”, disse Raimundo de Souza, professor do Instituto Antonino Freire (ligado a UESPI) e coordenador do evento.




“Hoje é um evento sério que fala de direitos e por isso estamos presentes, a SESAM não poderia estar de fora, porque hoje falaremos de saúde e eles têm que conhecer como podem usar essas prevenções para o bem-estar”, disse Gabriel Mauriz, secretário da SESAM.


Presente no evento, a secretária Tânia Marilda Monteiro falou sobre o evento. “Uma honra estarmos aqui e saber que temos esse povo quilombola forte e que existe num evento que reconhece a importância desse povo. A Seduc de Piripiri está aqui e respeitando tradições”, explicou.


“Esse momento é de muitos benefícios para a gente, uma honra eles virem aqui trazendo conhecimento, muito bom. São 85 famílias, quase 400 pessoas na Sussuarana e gostamos do que estão fazendo por nós, pois basicamente vivemos de agricultura”, explicou Antonio Alves, presidente da Associação de Moradores da Sussuarana.


“Muito bom o que está acontecendo aqui hoje, sofremos discriminação por sermos quilombolas e com essa autoestima, podemos mostrar quem somos e conhecer nossos direitos”, concluiu Antônio Weneson da Silva, morador e estudante da comunidade.





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