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  • Foto do escritorPref. de Piripiri

Prefeita Jôve Oliveira Monteiro participa da comemoração do Dia dos Povos Indígenas

A prefeita de Piripiri, Jôve Oliveira Monteiro, participou nessa quarta-feira (19/04), na terra indígena Tabajara, no povoado Tocaia, zona Rural do município, da comemoração do Dia dos Povos Indígenas. A terra indígena Tabajara, em Piripiri, foi uma das primeiras a ser reconhecida no Estado do Piauí. A Secretaria Municipal do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (SETAS), deu total assistência ao evento, oferendo café da manhã, almoço e promovendo ação de recadastramento do CadÚnico.


“Estamos hoje com o maior líder indígena do Piauí, que é o cacique Zé Guilherme. Uma visita que acontece nesse dia tão especial. Ele nunca deixou de lutar pelo povo dele, sou amiga dos índios e estou aqui para abraçá-los”, disse a prefeita Jôve Oliveira Monteiro.


O cacique Zé Guilherme, também falou sobre o dia. “Dia muito especial. Tomara que a nossa prefeita continue sempre nos ajudando. Estou satisfeito com a visita dela e de todos; muito agradecido por lembrarem da gente. Hoje é nosso dia”, falou o cacique da comunidade Tabajara.


“Estamos aqui na Tocaia, representando a prefeita e a prefeitura, por meio da secretaria. Trouxemos um café da manhã, almoço e também o CadÚnico para deixar tudo em dia; tudo por causa deles, já que hoje é o Dia do Povos Indígenas”, disse Cintia Rezende, secretária da SETAS.


Para o historiador Rodolfo Pereira, foi um dia marcante. “Essa data não deve ser comemorada só hoje. O Dia dos Povos Indígenas é todo dia. Essa data é muito importante para todos nós. Essa comemoração aqui na Tocaia é muito forte e é muito bom ver essa festa da prefeita Jôve preparada para todos eles”, explicou.


A superintendente de Promoção da Igualdade Racial do Estado, Assunção Aguiar, esteve presente ao evento. “Hoje é um dia de luta, de fortalecimento para todos eles. O povo indígena é muito representativo para todos nós, para nossa sociedade. Eles deixam um legado para todos. São nossos ancestrais nesta terra. Temos que respeitar essa história, eles resistem, eles existem”, finalizou a superintendente.



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